Viagem de Ajustes Cármicos

Primeira etapa concluída

Como prometido, escrevo aqui as conquistas que já tive através da primeira parte de viagem com propósito de encontrar pessoas e acertar alguma coisa que ficou, digamos, mal parado entre eu e elas.

Embora tivesse programado a jornada como um todo, tenho em mente que certos sinais do Universo eu não posso descartar para esperar uma oportunidade perfeita conforme o meu planejamento, uma vez que estou lidando com mais variáveis do que eu possa conhecer e, principalmente, se tratando de Universo com suas Leis.

Tento planejar dentro do possível e também, sempre estou aberto aos ajustes necessários por causa das variáveis que eu desconheço, para que possa acontecer o que planejei e coloquei energia.

Há tempos querendo a oportunidade correta para dar o start e esta oportunidade não chegava, a totalização do aporte financeiro não vinha e eu fazia disso um impedimento para não viajar.

Minha amiga E. de Florianópolis então entrou em contato e me comentou que iria para a casa dela uma pessoa que seria interessante para todos que eu a conhecesse também.

Vi que poderia ser este o sinal para começar.

Mas era muito em cima, na semana seguinte, porque a outra pessoa já se encontrava por lá e iria embora dentro de uma semana.

Telefonei para um dos alvos que pretendia encontrar na cidade de Campinas, São Paulo, o meu ex-sócio K. e ele se fez prontamente bem receptivo de me encontrar para conversarmos.

 Opa! Isso confirmou que estava acontecendo a viagem pelo menos nesta parte.

Corri nos sites de passagens aéreas para comprar um trecho duplo que me levasse a Campinas primeiro e no dia seguinte Florianópolis.

Nada de descontos, de brindes, passagens baratas… Em cima da hora a coisa complica.

Então achei uma que me levaria a Campinas a noite, conversaria na mesma noite com meu ex-sócio e dormiria em um Hotel qualquer por perto para seguir viagem no dia seguinte.

A passagem, consegui com um preço cheio, mas eu tinha o aporte que vários já tinham contribuído e então saquei o necessário e comprei a passagem de avião com duas paradas através de uma agencia de uma amiga em Curitiba, uma vez que não estava conseguindo finalizar por não ter cartão de crédito ativo, além de já reservar e pagar o hotel que eu ficaria.

A coisa toda estava correndo certamente.

A noite, dormi tranquilo sem assédios extrafísicos de qualquer procedência, muito pelo contrário, me sentia bem Amparado e contente com o início da jornada.

Dois dias antes, resolvi comprar um presente para minha amiga de Florianópolis e fui ao centro buscar com outra amiga que era revendedora deste produto.

Quando fui ligar meu veículo para voltar, ele não pegou mais.

De jeito nenhum.

Como eu sabia que isso seria um ataque para impedir minha viagem, fiquei de boa, chamei o guincho, paguei, deixei o veículo no mecânico e fui para casa de UBER.

Já sabia que não teria mais disponível o veículo, por fazer parte de um ataque extrafisico para atrapalhar.

No sábado, sem carro, ainda vendi dois equipamentos de minha fabricação que me ajudariam a pagar a viagem também e o conserto do carro na volta.

Deu certo trabalho e não deixei cair minha atenção da viagem pelo fato de estar sem meu carro. A esta altura, pouco me importava o veículo.

Domingo fiquei em casa tranquilo para não gerar mais movimentação extrafísica.

Na segunda feira então, fui para o aeroporto de carona com um amigo e estava lá eu, na fila de embarque, pronto para a jornada quando recebo uma mensagem  para ir buscar o carro no mecânico. 

Mas agora, que fique por lá. Já atrapalhou muito né.

No guichê da companhia, a gentil atendente me falou assim: “Senhor, nós da Azul vamos lhe dar um presente hoje: Vamos lhe dar agora um voo direto a Florianópolis para facilitar ao senhor…”

Eu esbocei um sorriso não pelo prêmio e gentileza da atendente, mas pela circunstância de ter que explicar que não queria isso, pois era importante eu descer em Campinas e passar 18 horas esperando…

Elas, eram duas, não entenderam o porquê disso, mas concordaram com minha maluquice e num sorriso despretensioso, me deram boa viagem.

Embarquei.

Em Campinas completei minhas 10 milhas de caminhada porque o aeroporto é muito, mas muito grande e tive que caminhar rápido e bastante até chegar no saguão para retirar minha mala.

Ali testei minha condição cardiovascular com sucesso.

Entrei em contato com meu colega e recebi a notícia dele de que não poderia me buscar no aeroporto, uma vez que seu carro também deu problema e parou no mecânico.

Parece que tivemos o mesmo ponto fraco para entrada de assédios.

Tudo bem, para que servem o Uber né?

Comecei a chamar, mas depois de 45 minutos nenhum veio me atender. Todos cancelavam a viagem, e olha que aeroporto ao centro não é perto.

Tentei outros aplicativos com igual resultado.

Então meu ex-sócio me chamou no celular e disse que conseguiu um carro com a mulher dele, e veio me buscar.

Ao encontrar com ele, já senti energias diferentes daquela pessoa que convivi muitos anos em Curitiba. Estava mais leve, mais tranquilo, outra pessoa.

Novos fatos aconteceram na vida dele e fui ouvindo com atenção toda a descritiva que passou de uma ponte de safena até separação da mulher que eu conheci e o casamento com a nova que o ajuda a estabilizar suas coisas até hoje.

Revemos muitas coisas de Curitiba, bagunças, nossos pais, família, etc.

Chegamos no bar onde ele mesmo indicou ser o apropriado para tomarmos aquela cerveja gelada.

Eu estava sob “mando de campo” dele (uma linguagem que expressa quem está dirigindo as manobras e está com a chefia do lugar) e deixei que me levasse onde fosse bom e melhor para ele.

Sentamos e pedimos o que comer e beber. Pude notar que ninguém sentou próximo de nós e comecei a perceber que tínhamos mais companhias extrafísicas que intrafisicas no boteco.

Nesse boteco a conversa começou com nossas bagunças lembrando mulheres e bebidas, mas surpreendeu-me ouvir dele dizendo que tudo aquilo é passado, que não serve mais para nada, não podemos mais perder tempo e botar energia nestas coisas de passado porque não vão voltar nunca mais, acabou, já deu! Foi bom, foi ótimo, legal, mas acabou.

Quieto escutava suas palavras, seu sorriso ao falar isso com propriedade e vi nele uma mudança de evolução trazida à tona pelas energias com que se comunicava. Ele tinha mudado e muito. E para melhor. Fiquei honrado com isso.

Então comentei com ele o propósito de minha ida até Campinas para conversar com ele e pedir desculpas pelas minhas imaturidades. Disse que ele foi um amigo verdadeiro mesmo, que estava comigo sempre ao lado, tanto na bagunça e imaturidades nossas quanto a assuntos mais sérios profissionais.

Pedi desculpas por estas imaturidades, ele escutou serenamente e as aceitou.

Éramos três na sociedade, eu, K. e M.

Mais à frente vou relatar um acontecimento já em Curitiba, onde pude pela primeira vez ver o que era trabalhar no ambiente em que ele trabalhava, a pressão de uma linha de produção de a responsabilidade de níveis de engenharia envolvidos no trabalho.

Eu, em nossa sociedade, não tinha a expertise de um engenheiro, porque era somente formação técnica, e sabia como funcionava o produto que iriamos construir. Mas saber como funciona é uma coisa, produzir e com qualidade era outra que eu não dominava, expliquei isso a ele.

Senti a presença de vários alunos extrafisico de cursos intermissivos ali por perto observando nossa conversa.

Fixamos muito na ideia de que tudo está no passado. Não há mais retorno, não podemos fazer mais nada além de relembrar alguns momentos bons. O resto, as improbidades e más experiências que tivemos juntos ou não, ficam no passado como “ruinas” de alguma construção demolida. Não é mais para se evocar.

Saí desta conversa com o K. muito aliviado e pensativo a respeito do que venho evocando nestes últimos meses e no propósito desta viagem.

Sei que é para acertar e pedir desculpas por minhas imaturidades na época, as quais para mim eram a coisa certa de agir.

Despedi com um bom aperto de mãos e fui para o hotel descansar.

No dia seguinte contatei minha tia A. que mora em Campinas para tomar café comigo no hotel para botarmos as conversas em dia.

Minha tia também é ligada nestes assuntos de espiritualidade e começamos a tomar um café conversando sobre esta viagens, o primeiro encontro com uma personalidade escolhida, os percalços para chegar até ali e nossos assuntos de “viagens astrais”.

No salão pequeno e bem arrumado, notei que só tinham duas pessoas sentadas próximas de nós, prestando imensa atenção e com olhos estatelados, porque nossos assuntos eram de forma inédita ainda por aqui. Como “Ah, essa semana estive com seu irmão que morreu há 2 anos atrás, conversamos muito …”

Isso deve esbugalhar olhos de quem estava ouvindo por ali, um assunto nada normal de se ouvir num café de manhã.

Aproveitei e também agradeci a ela por ter me recebido nesta família.

Contei o episódio onde o vovô Humberto, no extrafisico, me contou que eu fui apresentado à ele, por ser o elo central desta família, pelo sr. “Manoelito” o qual lhe passou meu histórico e disse que eu precisava achar uma família para reencarnar. Então ele deu seu OK.

Diante disso, aproveitei para explicar por que eu estava agradecendo a ela e às irmãs dela que sempre me ajudaram e me acolheram.

Nos despedimos e eu chamei um taxi para ir ao aeroporto, chegando sempre cedo para o embarque.

Voo tranquilo e bonito, vendo o litoral de cima em um dia belo.

Chegando em Florianópolis me senti estranho ao entrar no saguão procurando minha amiga E.

Parecia estar sendo observado e julgado por estar ali, mas passou esta sensação não muito agradável.

Encontrei E. e a convidada dela R. e fomos para a residência onde começaria outra jornada.

Já tentando contatar a segunda pessoa que mora em Florianópolis, para convidá-la a um almoço para conversarmos e eu agradecer a esta pessoa o que fez por mim e por ser um bom amigo.

Tentei várias vezes sem sucesso.

Estava eu na praia tomando um sol, pensando a respeito quando recebi uma chamada do ex-sócio M. que atualmente mora e trabalha no Rio de Janeiro.

Surpreso, conversamos muito e aproveitei e pedi a ele as mesmas desculpas que pedi ao K.

Ele aceitou simpaticamente, da mesma forma disse que passado é para deixar para lá e que não havia coisas mal paradas entre nós.

Senti muito alívio ao conversar com ele.

Da mesma forma, senti a presença de possíveis alunos de cursos intermissivos observando esta conversa entre nós.

Despedimo-nos encerrando a ligação com vídeo, e então passei o dia pensando seriamente nestas conquistas que tive até agora, todas as sincronicidade ocorridas, os aportes etc.

Nesta estadia de 5 dias na casa de E. tive muitas experiências extrafísicas e intrafísicas que não estão ligadas ao propósito desta viagem, mas foram válidas para mim.

Lá nessa casa consegui conversar com outras consciências extrafísicas através de uma médium que os incorporava durante algumas seções privadas na casa de E.

Elas me falavam muito desta minha viagem, do propósito, e do alcance que estava se formando, me incentivando a prosseguir.

Eu não consegui encontrar e contatar a segunda pessoa, mas como era para agradecer e não pedir desculpas, eu poderei encontrá-la posteriormente.

O trecho de Florianópolis à Curitiba, fiz de ônibus e gostei muito.

Chegando em Curitiba para encontrar a terceira pessoa, já me senti estranho.

Sentimento de entrar em um lugar estranho, de péssimas lembranças apesar de ter vivido ali por 30 anos.

Eu estava dentro de uma panela de pressão desligada.

Comecei a tentar contato com a terceira pessoa, mas não consegui.

Através do filho dele, por mensagem, pedi para ele entrar em contato, e aguardei por 3 dias.

Nesta parte da viagem encontrei um colega que me levou no CEFET onde eu passei uma das piores experiências da minha vida.

Consegui subir até a sala onde aconteceu.

Senti as energias de lá, relembrei o fato acontecido, tive que digerir no local aquela rememoração e resignificar o que estava sentindo ali.

Aconteceu, foi processo meu mesmo e em partes não fugi do desafio naquela época.

Tive que reestruturar este episódio e me fortalecer no fato de que consegui superar algum traço meu mesmo sendo ridicularizado ali por muitos.

Essa visita foi bem profunda.

Uma grande releitura da minha vida. Cada detalhe surgia na minha mente para eu reviver e notar o acontecido ali.

Eu estava descartando coisas velhas da minha mente e dando mais valor às coisas boas que hoje percebo.

Queria sair de Curitiba no mesmo dia, mas minha passagem comprada e paga não dava para transferir, me forçando a ficar mais dois dias por lá.

No outro dia, fui tomar uma cerveja com um antigo colega de curso técnico para conversamos a respeito e relembrarmos algumas coisas.

Ao chegar no encontro ele já foi dizendo: “São 40 anos que não te vejo” …

Isso já traduz a defasagem de experiências que fomos trocar.

Ele, na vida acadêmica de sucesso, casado, filhos, boa situação financeira, como vários outros de nossa turma.

Eu, ao contrário.

Pedi para ele me explicar como era o ambiente das industrias onde ele trabalhou com o K.  e outros da turma quando formados em engenharia (eu desisti da engenharia por bobagem, queria sem empresário rico e depois me formar. Nenhum nem outro consegui).

Tudo isso passou na minha cabeça como um relatório patrocinado por algum amigo extrafisico que me deu lucidez e calma para eu escutar, analisar e reavaliar minha vida.

As industrias eram pesadas em competições para que o projeto desse certo e a pressão realmente era enorme com eles.

Isso me fez entender meu sócio K. e o M. naquela época, e como eu já estava defasado, siderado na ideia de que se sei como funciona, sei como fazer. São coisas completamente diferentes.

Ali vi onde eu optei por não concluir a faculdade, quais traços me puxaram o tapete, porque eu me senti fraco na época, diferente e incapaz.

Notei que sempre vivi sozinho e todas estas decisões cruciais sempre estive sozinho na vida.

Detalhes como roupas, carro, conquistas que ele teve e eu não, eram claras.

Agora na parte espiritual eu tive muitas conquistas, como recuperar meu processo extrafisico e experiências que eles nem sequer sonhavam em ter.

Difícil e acho que não cabe aqui discutir sobre comparações de conquistas como estas.

Isso me deixou desanimado com minha realidade financeira ainda.

Não consegui resignificar com outros valores já conquistados por mim.

Mas Curitiba para mim já era mesmo.

Não consigo ficar mais que 10 dias por lá. É muito ruim lembrar da minha estada por aquela cidade.

Já me preparando para embarcar de volta a Foz do Iguaçu, B. a terceira pessoa manda uma mensagem, que se eu quiser podemos conversar por aplicativo zoom algum dia.

Como já tinha explicado a ele por mensagem que estaria pedindo desculpas por minha imaturidade em determinado projeto, resolvi deixar para lá. Ele já entendeu.

São ruínas.

Enterrar isso tudo.

Voltei para Foz com esta bagagem do primeiro trecho da viagem.

O segundo trecho compreende a região de Minas Gerais, nas casas onde eu passava férias na minha infância e onde algumas experiências aconteceram com muito significado para mim.

Mas já posso relatar aqui um importante acontecimento extrafisico com extremo significado.

Em Foz do Iguaçu, já em casa nestes dias, junho de 2022, eu saí do corpo mas ainda não tinha percebido isso.

Chegando em um lugar que mais parecia um Hotel extrafisico, notei a presença de uma colega nossa que está em processo de tratamento de uma doença séria por aqui. Ela também estava projetada e bem diferente do estado ruim em que se encontrava intrafisicamente.

Isso aliado ao sorriso dela no rosto, me fez despertar a lucidez e percebi que eu estava também projetado, no plano extrafisico.

Consegui assim aumentar minha lucidez e comecei a perceber quem mais estava naquele grupo alegre, jogando uma espécie de vôlei extrafisico, e vi sentados em um banco, minha tia I. tio T. (ambos já falecidos) e a irmã deles G.

Perguntei o que estavam fazendo ali, junto da maioria do povo da Conscienciologia, me explicaram alguma coisa que não lembro ao escrever estas linhas, mas meu tio T. me chamou e falou: “Chicão (como me chamavam), você quer conversar com seu pai sobre algo que aconteceu lá na sua infância. Deixa para lá… É coisa velha, são ruínas, ele não teve a intensão que você está interpretando hoje… pense nisso”.

Então eu acordei com todas as lembranças na cabeça, as 3:00 da manhã.

Fiquei pensando o seguinte: Como é que meu tio T. estava sabendo o que eu queria evocar lá em Minas, no local do acontecido, para resignificar o acontecido para eu superar a coisa?

Na verdade eu estava é querendo culpar meu pai pelo acontecido e não havia percebido esse meu real interesse.

Então passei dias pensando a respeito e entendi que não houve culpa dele. Era uma brincadeira que ele quis fazer e quem se deu mal fui eu. Ponto final.

Ele pode ter sido usado por assediadores meus com eficiência.

Compreendendo isso, e também comparando a idade dele e minha lucidez na idade que ele tinha na época, vi que eu mesmo fiz coisas muito erradas com aquela idade.

Então, já como consequência deste acontecimento extrafisico com meu tio T., eu compreendi o comportamento do meu pai e cancelei qualquer tipo de cobrança que poderia fazer.

Com isso me senti profundamente aliviado e dei mais importância ao que tenho programado e decretado nas minhas palavras porque se até meu tio que há muitos anos não o encontro estava sabendo, é porque a coisa toda se expandiu muito no plano extrafisico.

Eu, sinceramente, não faço ideia da amplitude do propósito desta viagem.

Vamos agora partir para a segunda etapa em Minas Gerais.

Agradeço aqui a participação de todos nos aportes energéticos e financeiros.

Bem vindos.

Na Categoria Atividades Profissionais pretendo compartilhar com vocês algumas ideias que tenho e executo no meu campo profissional de trabalho. A Eletrônica é uma das minhas paixões nesta vida. Aprendi muito com meus avós Francisco Mauro, Humberto Mauro e meu pai Carlos Eugênio Mauro o meu embasamento que tenho sobre o fascinante mundo da Eletrônica. A Eletrônica de hoje é muito diferente da Eletrônica que meu pai praticava, mas a paixão continua aumentando. É impressionante como novas mudanças estão a caminho em um ritmo muito acelerado com novas descobertas. A todo dia há uma quebra de pequenos paradigmas que unidos nos revelam um futuro brilhante e promissor em todas as áreas onde usamos Eletrônica.

Na Categoria Saúde: O que estou fazendo para melhorar pretendo dividir com vocês o que eu estou fazendo para acertar meu estado de saúde física e mental. A Harmonia e o bom senso é que devem prevalecer. Sou contra radicalismos e não sou muito ouvido à pessoas que ” acham” que estão certas e, realmente, nunca experimentaram e obtiveram algum resultado para servir de exemplarismo. Em contra partida, há pessoas que estão desenvolvendo novas técnicas de abordagens destes assuntos de modo exemplar e fantástico. Com coerência, experimentação embasada e muito otimismo quanto ao processo inteligente que rege nossas vidas, chegaremos a um bom resultado.

Na Categoria Conscienciologia, buscarei dar uma visão pessoal do meu aprendizado com esta ciência maravilhosa que veio para melhorar nosso planeta.

Estou aberto a receber comentários que possam somar para que melhoramos nosso percurso por aqui.

Vamos em frente!